Prêmio Pulitzer de Fotografia

O Prêmio Pulitzer de Fotografia é uma espécie de concurso norte americano que premia a melhor fotografia do ano, sempre no mês de abril, os indicados são escolhidos por uma banca independente. Apenas matérias e fotografias publicadas por jornais nos Estados Unidos são elegíveis pelo prêmio de jornalismo. Desde 1967, foi dividido em duas categorias: “Feature Photography” e “Breaking News Photography”. Confira 5 fotos marcantes, e as histórias por trás delas:

"Kiss of Life", vencedora do Prêmio Pulitzer de 1968

image

Randall Champion e J. D. Thompson estavam trabalhando, no topo de um poste. Eles estavam fazendo manutenção de rotina quando Champion tocou em uma das linhas de alta tensão no topo. Mais de 4.000 volts passaram por seu corpo e imediatamente pararam seu coração. Seu cinto de segurança impediu uma queda, e Thompson, abaixo dele, rapidamente o alcançou e realizou respiração boca a boca. Ele foi incapaz de realizar reanimação cardiopulmonar, mas continuou a respiração até sentir um pulso fraco. Em seguida, soltou seu cinto e desceu com Champion em seu ombro. Thompson e outro trabalhador administraram a reanimação cardiopulmonar em Champion no chão, e ele foi moderadamente revivido a tempo dos paramédicos chegarem. Champion se recuperou e viveu. 

Fotógrafo: Rocco Morabito

O tiroteio de James Meredith, vencedora do Prêmio Pulitzer 1967

image

James Meredith, ativista dos direitos civis, estava conduzindo uma marcha quando foi pulverizado com chumbo fino. O atirador era um homem chamado Aubrey Norvell, que supostamente gritou: “Eu só quero James Meredith!”.

Milagrosamente, nenhum dos tiros atingiu um órgão vital ou quebrou a espinha de Meredith, embora ele tenha ficado ferido da cabeça às nádegas. Na foto, Meredith está deitado na rua, em agonia. Ele disse: “Ninguém vai me ajudar?”. Ninguém o ajudou, mas o fotógrafo Thornell gritou para ele manter a calma, que uma ambulância estava a caminho. Meredith foi levado a um hospital, onde as balas foram extraídas, e sarou a ponto de terminar a marcha dois dias depois. Norvell se declarou culpado, e passou seu tempo na prisão lamentando não ter usado chumbo grosso.

Fotógrafo: Jack Thornell

Mulher Judia Solitária, vencedora do Prêmio Pulitzer 2007

image

Esta fotografia foi tirada em Amona, no Banco de Oeste de Israel. O governo de Israel considerou Amona um acampamento ilegal, não importava se ocupado por cidadãos israelenses ou não, e 10.000 policiais foram obrigados a remover à força os seus habitantes. Na foto, uma única mulher judia desafiou um exército de policiais vestidos com uniformes de choque. Eles estão tentando empurrá-la para fora do caminho, a fim de demolir as casas atrás dela. No final, ela foi empurrada para trás e quase pisoteada enquanto eles passavam. O fotógrafo afirma que a mulher ainda lutou momentaneamente com alguns dos homens e depois correu atrás deles, gritando palavrões em hebraico.

Fotógrafo: Oded Balilty

Passos sérios, vencedora do Prêmio Pulitzer 1962

image

O presidente John F. Kennedy e o ex-presidente Dwight D. Eisenhower estão passeando em Camp David (base militar e casa de campo localizada no Condado de Frederick (Maryland), que serve ao presidente dos Estados Unidos), no inverno. Kennedy acaba de perguntar a Eisenhower o que ele pensa da frustrada Invasão da Baía dos Porcos. O fotógrafo Vathis afirma que, imediatamente antes da pergunta, os dois estavam de cabeça erguida.

Fotógrafo: Paul Vathis

 O horror da guerra, vencedora do Prêmio Pulitzer 1973

Poucas vezes uma foto simbolizou tão bem o horror de uma guerra. Era 8 de junho de 1972, no Vietnã, e o fotógrafo Huynh Cong ‘Nick’ Ut viu algumas crianças correndo, tentando escapar de seguidas explosões na vila de Trang Bang, na província de Tay Ninh. Ele não pensou duas vezes antes de fotografar a cena, que trazia uma personagem que entraria para a história: uma garotinha de 9 anos, nua, gritando “muito quente, muito quente”, enquanto tentava escapar das bombas. A imagem tornou-se um dos símbolos da Guerra do Vietnã e agora está perto de completar 40 anos. Hoje, a personagem da foto está com 49 anos e diz que a foto a perseguiu a vida inteira. 
Fotógrafo: Huynh Cong

Para ver mais fotos ganhadoras do prêmio, ou conhecer outras categorias, acesse o site: http://www.pulitzer.org/

"Instagram: O lugar onde todo mundo se sente profissional!"

O Instagram é um aplicativo disponibilizado para Android, IOS e WP. Foi criado por Kevin Systrom e Mike Krieger, lançado em outubro de 2010, com o principal intuito de servir para se postar fotos instantâneas, ou seja, coisas rápidas, situações inesperadas, para que os usuários pudessem compartilhar esses momentos com outras pessoas. Muitos amadores sentem-se fotógrafos profissionais ao usar esse aplicativo, pois ele contém efeitos e ajustes que deixam até as fotos mais simples, bonitas aos olhos de quem vê.

Hoje em dia, quase 4 anos após o lançamento do Instagram, há aquelas pessoas que saem do convencional, e usam o aplicativo para mostrar não só seu talento com fotografia, mas também, sua criatividade!

Vejam só alguns usuários do app que fazem do seu feed uma verdadeira obra de arte.

O brasileiro Wellington Campos, 35 anos, de Goiana,  tem cerca de 2.3 milhões de seguidores, graças às criações engraçadíssimas que ele registra com o seu Instagram: @camposwell

image

image

image

Um ilustrador da Arábia Saudita que usa seus traços únicos para criar desenhos encantadores: @_basmaamin

Fotógrafo do Reino Unido clica seus brinquedos favoritos em habitats naturais: @darrylljones

Artista inglês cria retratos com disquetes: @nickgentryart

E você? É usuário do instagram, não é? Aproveite para se inspirar e soltar sua criatividade também!

Entrevistando uma fotógrafa promissora.

Nosso blog traz mais uma entrevista super interessante para vocês. Estamos buscando saber um pouco mais sobre esse mundo da fotografia, o que realmente motiva e anima as pessoas a começar a fotografar e, hoje, entrevistamos a estudante de Publicidade e Propaganda Debora Waller, que tem 19 anos e nasceu em Itajubá-MG. Então vamos saber um pouco mais e conhecer o trabalho da Debora?!

Olá Debora, como vai? Desde quando você curte fotografia?

Tudo bem! Sempre gostei de observar a aparência e imagem de tudo, entendi o que era fotografia e comecei a me apaixonar, ganhei uma câmera compacta básica com 12 anos e comecei a fotografar tudo que via.

O que sente quando está fotografando?

Eu amo, normalmente nem penso muito enquanto estou fotografando, vou seguindo meus instintos e procurando novos ângulos.

Deseja levar isso como um hobby ou uma futura profissão?

Eu trabalho profissionalmente como fotógrafa há 3 anos, para futura profissão pretendo usar a fotografia para complementar um outro trabalho.

É fã ou tem como referência algum fotógrafo?

Tem muitos fotógrafos que me identifico, mas não tenho o costume de usar como referência.

O que mais gosta de fotografar?

Gosto de fotografar o lado artístico, sem obrigações, gosto de fazer fotos mais espontâneas como teatro, dança..

O que te inspirou a começar a fotografar?

Oque me inspirou foi a minha vontade mesmo, e meu pai que sempre me apoiou.

Agradecemos a Debora pela entrevista e por mostrar um pouco dessa paixão fotográfica, e desejamos sucesso à ela. Agora vamos conhecer e admirar algumas fotos dela:.

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

Realmente um ótimo trabalho, não concordam?

Até a próxima!

Um Pouco do Trabalho de Fernando Negrão Duarte

Após o artigo sobre a vida e carreira do professor, jornalista e fotógrafo Fernando Negrão, resolvemos fazer um post mostrando algumas das fotos que ele tira nas horas vagas, pois como Fernando disse na entrevista, um bom fotógrafo tem de estar sempre praticando, seja lá em qual hora ou lugar for! Confira a seguir: 

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

Belíssimas, não é mesmo? Aproveite a entrevista e as fotos para se inspirar. Esperamos que as matérias com Fernando tenham sido proveitosas para vocês que querem trabalhar com fotografia. Beijos e até a próxima. 

Todas as fotos do post por: Fernando Negrão. 

Conhecendo Fernando Negrão

Entrevistamos o professor, jornalista e fotógrafo Fernando Negrão Duarte. Ele tem 46 anos, nasceu em Sorocaba-SP e se formou em Comunicação Social com  habilitação em Jornalismo, na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP) em 1991. Atualmente dá aulas na Universidade de Sorocaba. Fizemos algumas perguntas, para saber mais sobre a vida e a carreira de Negrão.

image

 

Desde pequeno desejava ser fotógrafo?

Sim, devido a influencia do meu pai que era fotógrafo e tinha uma loja de materiais e estúdio fotográfico.

O que te inspirou? Algo ou alguma pessoa?

Os meus pais e irmãos mais velhos que fazem cobertura fotográfica de eventos.

Como se descobriu como fotógrafo?

Desde que ganhei a primeira máquina com cinco anos e uma câmera profissional com doze!

Onde já trabalhou?

Como repórter fotográfico, comecei no Jornal Diário de Sorocaba com 15 anos, e prestei serviços para várias assessorias de imprensa, de empresas privadas de Sorocaba e região. Em campinas trabalhei em uma agência de comunicação que prestava serviço para o Jornal Correio Popular e para a Revista Veja, onde tive fotos publicadas em várias edições.

Há quantos anos da aula na Uniso ?

Há 18 anos.

Algum país ou cidade que você gostaria de fotografar que ainda não fotografou?

Oriente médio.

O que representa a fotografia para você?

Tudo ver e sentir a imagem se tornar estática e permanente na minha câmera é sensacional!

Qual a dica que você dá pra quem deseja seguir a carreira na área da fotografia?

Ver tudo, ler tudo sobre fotografia e jornalismo, experimentar muito, ou seja, fotografar muito todos os dias da sua vida.

Se sente realizado profissionalmente?

Com certeza!

 

Agradecemos ao professor Fernando Negrão pela entrevista, e esperamos que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre esse grande profissional! Até mais. 

Como viviam os hippies na década de 60?

Haight-Ashbury é o nome de um distrito de São Francisco, na Califórnia, que foi um dos responsáveis por difundir e expandir o movimento hippie nos Estados Unidos e no mundo na década de 60. É popularmente chamado de The Haight. Movimento esse, que pode ser visto até nos dias atuais, nas ruas de São Francisco, mostrando como foi marcante essa “vibe”.

Jovens na faixa de 20 anos eram os maiores frequentadores. Próximo a Golden Gate Park, os hippies se encontravam e faziam diversos festivais, onde havia muita música, amor e drogas. Muitos deles moravam em casas antigas e de aluguéis baratos, levavam uma vida simples e sem muitas preocupações com a opinião da sociedade. Conforme dados, em 1967 a região chegou a concentrar cerca de 100 mil pessoas, todas a favor da ideia “paz e amor”.

Segundo os hippies, esse comportamento tenta passar a tranquilidade, e a vivência no presente.O fotógrafo americano William Gedney, esteve presente neste mesmo ano de 67, naquele epicentro de energia positiva, e conseguiu mostrar através de imagens, um pouco da essência e do que ocorreu naquela época. 

Confira algumas fotos de Gedney abaixo e veja como eles viviam: 

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

E você, gostaria de viver dessa forma? É adepto a essa filosofia de vida?

Paz e amor a todos!

Todas as fotos © William Gedney

Um “amador” e tanto!

Como já foi dito, esse blog é administrado por estudantes de jornalismo da Universidade de Sorocaba e, hoje, vim mostrar um pouquinho do trabalho de um aluno do 1° semestre de Publicidade e Propaganda, mas que também se declara apaixonado por jornalismo.

O nome dele é Lucas Marques da Silva Motta, tem 17 anos e nasceu na cidade de São Roque-SP. Além de todas as suas paixões, como ouvir MPB e assistir FRIENDS, Lucas também é apaixonado por fotografia! Ele diz que sempre gostou muito, mas que nos últimos 9 meses, resolveu mergulhar de cabeça nesse “mundo”, mas que ainda se considera um amador. (Quem nos dera se todos os amadores tivessem esse talento, hein?)

“Acabei sendo picado pelo mosquito do CLICK! Sempre gostei de fotografar paisagens, até que um dia me aventurei a fotografar pessoas. Foi paixão a primeira pose, fiz mais dois ensaios e espero não parar tão cedo… Fui percebendo que quando fotografo alguém ou alguma coisa me sinto revitalizado. Não faço isso apenas para os outros se sentirem belos e diferentes, mas pra mim também!” Diz Lucas.

Agora, confira algumas fotos:

Lindas, não?

E aí, gostaram? Nós também!

Ah, e o Lucas também é fundador do instagram @AmorPaulista. Clique aqui pra conhecer o feed e se apaixonar!

E conheça outras fotos dele no site: https://www.flickr.com/photos/mottafotografia.

Beijos e até a próxima!

A Universidade de Sorocaba registrada pelos alunos.

A UNISO é uma universidade particular localizada na cidade de Sorocaba, que oferece diversos cursos de graduação e pós-graduação. Um dos cursos é Comunicação Social- Jornalismo, do qual nós, participantes desse blog, fazemos parte. Durante uma aula prática da matéria de Fotojornalismo, lecionada pelo professor Fernando Negrão, os alunos receberam a pauta “A Uniso que eu não conhecia”, onde deveriam fotografar a universidade de ângulos diferentes, por onde nunca tinham visto antes. A pauta rendeu belas imagens registradas pelos futuros jornalistas.

Separamos algumas dessas fotos, confira abaixo: 

(Por Andreo Giovanne)

(Por Angélica Silva)

(Por Caoe Imero)

(Por Débora Marthos)

(Por Franciele Gimenez)

(Por Janaina Fernandes)

(Por Juh Simons)

(Por Matheus Piccinin)

(Por Natasha Corrêa)

(Por Thais Fernanda)

(Por Vinicius WP)

(Por Neto Martini)

Uma dica para você que curte fotografia e bons filmes!

Este é o trailer de “Bang Bang Club” que é um filme de Steven Silver. Conta a história de um grupo de repórteres de guerra, que mostram através de suas lentes, imagens intrigantes e violentas, tiradas no meio da Guerra Civil na África do Sul entre os anos 1990 e 1994. Este filme é baseado em fatos verídicos, assim como as fotos que são mostradas no filme, e uma que, por sinal, ganhou o Prêmio Pulitzer, o Oscar da fotografia.

Esse registro, conhecido como “O Abutre e a Criança” cujo autor é Kevin Carter, é o que gera mais conflito no filme. Uma imagem muito chocante (como você pode conferir logo abaixo) e que rendeu ao fotógrafo uma série de questionamentos, levando em conta o seu lado sensível. Será que no momento em que foi tirada esta fotografia, Kevin teve sangue frio mesmo ao ver que a criança estava morrendo de fome e o abutre prestes a atacá-la, ou a adrenalina na hora em que o fotógrafo clica acaba cegando a sua sensibilidade humanitária?

O filme deixa um questionamento: qual é o limite para se conseguir uma boa fotografia?

                                            O Abutre e a Criança (Kevin Carter)

Você sabe quem é Steve McCurry?

Steve McCurry é um fotógrafo americano que trabalha na National Geographic. McCurry estudou cinematografia na Universidade da Pensilvânia em 1968, mas acabou se formando em Artes Cênicas no ano de 1974.

Sua função é viajar pelo mundo buscando imagens que impressionem, lidando com diferentes pessoas, culturas e religiões. Steve já teve suas imagens estampadas em diversas capas de livros, revistas e suas fotos expostas em diferentes países.

Seu interesse em fotografar surgiu quando começou a produzir imagens para um jornal de sua universidade. Sua carreira de fotojornalista, teve início quando cobriu a invasão soviética do Afeganistão. Devido a sua esperteza e agilidade para tirar as fotos no momento da invasão, suas imagens foram muito publicadas e ganhou medalha de ouro de melhor reportagem fotográfica.

Umas das principais características de McCurry é deixar em destaque o olhar. Uma de suas fotos ainda é lembrada depois de muitos anos.

Quem nunca viu e admirou a imagem da garota paquistanesa refugiada dos olhos verdes que foi capa da National Geographic em junho de 1985?

image

Agora conheça um pouco mais de seu trabalho:

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

Saiba mais sobre McCurry http://stevemccurry.com/